O que é “A minha embala” para ti?

“A minha embala para mim é esperança, angola galega, segóvia galega, galiza angolanada, galiza asegoviada, a música gizando borrachas sobre as linhas dos mapas”. – Valentim Fagim

“Aline e César, César e Aline, souberon facer de A minha embala algo máis que un proxecto musical (que xa é moito). Malia ser algo intanxible, para min A minha embala supón unha referencia onde a música é a transmisora, pero que ten significados moi fondos: a través da música e da lingua “A minha embala” acolle, une, anima, compromete, divirte, entenrece, emociona… A miña sociedade ideal sería talmente como A minha embala. “A minha embala” é a casa que amamos, na que nos sentimos a gusto e á que queremos invitar a toda a nosa xente querida”. – Jorge Castro Ruso

“O primeira vez que ouvi A minha embala fiquei com os pelos eriçados e continuam cada vez que ouço algo deles. Além de ser A minha embala onde se encontra toda a lusofonia.” – Noemi Pinheira

A minha embala é correr como crianças entre os sargaços, nadar despidos no rio, dançar nas florestas e dormir acordados nas praias da galeguia.” – Jurjo Martins

“Es un tropel de sonrisas cautivadoras que no terminan nunca su ruta. Es un adorno dulce filtrando el aire que sale de una boca apretando fuerte y aferrándose a sus notas. Es un ritmo de amor, una feliz armonía, una melodía utópica que no perece, Mi comunidad, el momento ideal, sonidos de belleza articulando la hermosa sencillez de su presencia. Mestizaje que adora la tierra. A minha embala es el caminar de los viajeros mas incautos, pero caminar creciendo, aprendiendo de las bocas que se mojan en vino, en letras, y en otras bocas. A minha embala suena a ondas de sal, a un trozo de mar perdido en la ciudad en medio de montañas de ladrillo. Es una voz meliflua que desata pasiones anonimas. Es la poesía de las noches de luna llena.
Y aunque no es mi lengua queda demostrado que las sensaciones tienen el mismo idioma, se llama Música.” – Manos Cafés

A minha embala é uma pandeireta a invocar o universo bantú do parking da catedral, é ficarmos possuídas até um refluxo de sal, é restar pelo crespo e suor da mão.
Só tenho pena de A minha embala não estar editado em disquette de 5″1/4 compatível com piquenique de cacimbo na luanda sépia.”
Armando Gama

A minha embala são suspiros alfabetizados de propagação massiva.” – Valentina Torres

“A minha embala é umha olhada limpa e natural a um país lingüísticamente esquizofrénico como é o nosso.
É um presente para todas as pessoas que sonhamos em galego-português, de Compostela a Luanda passando por Segovia e dando seis voltas polo meio arredor do Mundo.
É a energia e a ilusom de César e Aline… Mas nom só, também de toda essa malta que acredita nos poderes mágicos da lusofonia, da galeguia. Podemos sentir-nos orgulhosas de ser parte deste projecto, A minha embala é de todas.
Obrigada sempre e para sempre, meus kambas de fala.” – Aitana

“A minha embala é um acolhedor abrigo onde a beleza e a ilusão se deixam desfrutar e sonhar como próprios e possíveis.” – Antía Cortizas

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